Método
Elisão, não evasão
Planejar é organizar a operação para pagar o menor imposto previsto em lei — legítimo e documentado. É o oposto da evasão (sonegação), que é ilícita. A diferença, na prática, está no papel de trabalho: cada decisão tem base legal citada e prova que a sustenta quando a Receita pergunta.
Onde costuma estar a economia
Escolha de regime
Simples, Presumido ou Real — a conta muda com a margem, a folha e a atividade. Comparada com simulação, não no chute.
Fator R e pró-labore
Para serviços, a folha sobre a receita decide Anexo III ou V. O pró-labore vira alavanca — calculado, não improvisado.
Estrutura e dividendos
Holding, distribuição de lucros e a nova retenção de dividendos (a partir de 2026) — desenhadas com propósito e substância.
Regime certo: o erro mais caro e mais comum
Para empresas de serviços, o LC 123/2006, art. 18, §5º-J — a razão entre folha e receita — define se o Simples Nacional tributa pelo Anexo III (alíquotas menores) ou pelo Anexo V. Acima de 28%, o enquadramento muda e a economia é recorrente. Fora do Simples, a comparação é com o Lei 9.430/1996 e o Lucro Real — cada um com a sua base de cálculo. Estime o seu caso nas calculadoras de Fator R e de Simples × Presumido. Para o passo a passo, veja o guia do regime certo em 2026.
A Reforma Tributária é gatilho de antecipação
Com a EC 132/2023 (IBS/CBS), a base de cálculo e os créditos mudam ao longo da transição (2026–2033) — e o que hoje é vantajoso pode deixar de ser. Revisar regime, contratos e parametrização agora evita pagar a mais durante a transição. Veja o panorama em Reforma Tributária.
Como conduzimos
- Diagnóstico do regime atual e simulação dos cenários — com a economia demonstrada em número.
- Cada recomendação ancorada em lei, instrução normativa e jurisprudência, com papel de trabalho.
- Substância e propósito negocial — estrutura sem realidade econômica é risco, não economia.
- Execução e acompanhamento direto com o responsável técnico — não um atendimento de massa.
Ancorado em lei
A economia já está prevista em lei — falta documentá-la
Elisão não é brecha: é organizar a operação para o menor imposto previsto em lei, com papel de trabalho que sustenta a escolha diante da Receita. Quem não simula, paga o regime que o hábito escolheu.
O enquadramento de 2027 se constrói em 2026 — folha e pró-labore contam nos 12 meses anteriores.
Simular minha economia28%
de folha sobre receita: o Fator R que separa o Anexo III do Anexo V no Simples — e muda a alíquota da noite para o dia.
Casos
Na prática
Como esse trabalho costuma se materializar — do diagnóstico ao resultado.
Crédito de PIS/Cofins de volta ao caixa
Do Anexo V ao Anexo III pelo Fator R
Perguntas frequentes
As dúvidas mais comuns sobre o escritório e como trabalhamos. Não encontrou a sua?
Falar com o escritórioPlanejamento tributário é legal?
Sim. Planejamento tributário lícito (elisão fiscal) é organizar a operação para pagar o menor imposto previsto em lei — escolha de regime, enquadramento e estrutura. Difere da evasão (sonegação), que é ilícita. Cada recomendação é documentada e ancorada em base legal.
Qual regime paga menos: Simples, Presumido ou Real?
Depende da margem, da folha e da atividade. Para serviços, o Fator R (folha sobre receita) define se o Simples cai no Anexo III ou V. Comparamos os três regimes com simulação antes de qualquer mudança — a escolha errada custa de forma recorrente.
O que é o Fator R e quando ele importa?
É a razão entre a folha de pagamento e a receita bruta dos últimos 12 meses. Para as atividades do art. 18, §5º-I da LC 123/2006, um Fator R igual ou acima de 28% leva ao Anexo III (alíquotas menores) em vez do Anexo V. Organizar a folha — inclusive o pró-labore — pode mudar o enquadramento de forma legítima.
Como equilibrar pró-labore e dividendos com a tributação de 2026?
A Lei 15.270 trouxe a retenção de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil/mês e o IRPFM, um imposto mínimo para rendas anuais acima de R$ 600 mil. O ponto ótimo entre pró-labore e distribuição de lucros passou a ser calculado, não improvisado — simulamos o impacto antes do fim do ano.
Vale a pena para o porte da minha empresa?
Quanto maior o faturamento e a complexidade (folha, sócios, múltiplas atividades, patrimônio na PJ), maior o ganho do planejamento. Mesmo empresas menores se beneficiam da escolha de regime. Mostramos a economia estimada antes de você decidir.
A Reforma Tributária muda o planejamento?
Sim. Com o IBS/CBS, a base de cálculo e os créditos mudam ao longo da transição (2026–2033), e o que hoje é vantajoso pode deixar de ser. Revisar regime, contratos e parametrização agora evita pagar a mais durante a transição.
Próximo passo
Pagar menos — dentro da lei e documentado
Diagnóstico com base legal e papel de trabalho, com a economia demonstrada antes de qualquer mudança.
- Diagnóstico sem compromisso
- Proposta com escopo fechado
- A conta demonstrada antes de mudar
Proposta clara após o diagnóstico — veja como cobramos.
- 01
Diagnóstico
Você descreve o caso; analisamos com base legal. Sem compromisso.
- 02
Proposta clara
Escopo e honorário fechados antes de começar — sem surpresa depois.
- 03
Execução documentada
Implementação com papel de trabalho e acompanhamento direto do responsável técnico.