Calendário

Ver mais

Todos os prazos fiscais do ano — obrigações mensais e anuais — num só lugar, sem perder data.

Sobre

Ver mais

Origem em auditoria Big Four e CRC/RS — a trajetória e a forma de trabalhar por trás de cada número.

A renda médica vem de muitas fontes — plantões, consultório, sócio de clínica, pessoa jurídica contratada por hospital. Cada arranjo tem uma conta tributária diferente, e a diferença entre decidir bem e decidir no automático costuma ser de dois dígitos sobre o faturamento.

PF ou PJ: a primeira decisão

Como pessoa física, a renda entra no carnê-leão e no ajuste anual, podendo chegar a 27,5%. Como pessoa jurídica, no Simples (Anexo III, pelo Fator R) ou no Lucro Presumido, a carga tende a ser menor — em troca de pró-labore, contabilidade e obrigações acessórias. Não existe resposta única: existe a conta do seu caso.

Simples: Anexo III ou V depende do Fator R

A atividade médica é serviço do §5º-I do LC 123/2006, art. 18 : se a folha (incluindo pró-labore) dos últimos 12 meses for ≥ 28% da receita, a clínica é tributada pelo Anexo III; abaixo disso, pelo Anexo V, mais caro.

Lucro Presumido e a equiparação hospitalar

No Lucro Presumido, serviços em geral presumem 32% de base. Mas serviços hospitalares e de auxílio diagnóstico e terapia podem usar presunção de 8% (IRPJ) e 12% (CSLL), conforme a Lei 9.249/1995, art. 15, §1º, III, a , desde que a empresa seja sociedade empresária e cumpra as normas da Anvisa (RDC 50). O STJ firmou que "serviços hospitalares" se define pela natureza da atividade, não pela estrutura física ( STJ, Tema 217 ).

ISS: a sociedade uniprofissional

Em muitos municípios, a sociedade uniprofissional de médicos pode recolher o ISS por valor fixo por profissional habilitado, e não como percentual sobre a receita ( DL 406/1968, art. 9º, §§1º e 3º ). Depende da lei local e do caráter não empresarial — vale confirmar antes de optar pela estrutura.

Regime / pontoO que pesa
Simples — Anexo IIIFator R ≥ 28% (folha + pró-labore)
Simples — Anexo VFator R < 28% — alíquotas mais altas
Presumido — equiparação hospitalar8% / 12% (sociedade empresária + Anvisa)
ISSFixo por profissional (sociedade uniprofissional)

Equiparação hospitalar

A mesma clínica pode pagar imposto como hospital

Sociedade empresária, requisitos da Anvisa e a atividade certa: quem estrutura usa a presunção de 8%/12%; quem não estrutura paga a cheia — todos os meses.

Avaliar minha clínica

8%

é a presunção de IRPJ na equiparação hospitalar — contra 32% dos serviços em geral (STJ, Tema 217).

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns sobre o escritório e como trabalhamos. Não encontrou a sua?

Falar com o escritório
Médico deve abrir empresa (PJ) ou declarar como pessoa física?

Depende do volume e da fonte da renda. Como PF, o rendimento entra no carnê-leão/ajuste e pode chegar a 27,5%. Como PJ no Simples (Anexo III, com Fator R) ou no Lucro Presumido, a carga costuma ser menor — mas há pró-labore, contabilidade e obrigações. É uma conta de líquido que vale simular.

Clínica no Simples cai no Anexo III ou no Anexo V?

Atividade médica é serviço do §5º-I: o anexo depende do Fator R. Folha (com pró-labore) ≥ 28% da receita em 12 meses → Anexo III (mais barato); abaixo disso → Anexo V. Por isso a política de pró-labore influencia o imposto.

O que é a equiparação hospitalar e quando ela vale?

No Lucro Presumido, serviços hospitalares e de auxílio diagnóstico/terapia podem usar presunção de 8% (IRPJ) e 12% (CSLL) em vez de 32%, desde que a empresa seja sociedade empresária e atenda às normas da Anvisa (RDC 50). O STJ definiu 'serviços hospitalares' pela natureza da atividade, não pela estrutura física (Tema 217).

Sociedade de médicos pode ter ISS fixo por profissional?

Em vários municípios, sim: a sociedade uniprofissional pode recolher o ISS por valor fixo por profissional habilitado, e não como percentual sobre a receita (DL 406/1968, art. 9º). Depende da lei municipal e do caráter não empresarial — exige análise do caso.

Próximo passo

Sua estrutura paga o mínimo legal?

Comparamos PF, Simples e Presumido (com equiparação hospitalar quando cabível) e desenhamos o enquadramento — com base legal e papéis de trabalho.

  • Diagnóstico sem compromisso
  • Proposta com escopo fechado
  • A conta demonstrada antes de mudar

Proposta clara após o diagnóstico — veja como cobramos.

  1. 01

    Diagnóstico

    Você descreve o caso; analisamos com base legal. Sem compromisso.

  2. 02

    Proposta clara

    Escopo e honorário fechados antes de começar — sem surpresa depois.

  3. 03

    Execução documentada

    Implementação com papel de trabalho e acompanhamento direto do responsável técnico.